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Evangelho de Jesus Cristo, mostra-nos o rosto do Pai

Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés, gritando: "Tu és o Filho de Deus!" 

Evangelho de Jesus Cristo, mostra-nos o rosto do Pai
Foto Pascom de Guassussê

 Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos (Mc 3,7-12). Naquele tempo, Jesus se retirou para a beira do mar, junto com seus discípulos. Muita gente da Galileia o seguia. E também muita gente da Judeia, de Jerusalém, da Idumeia, do outro lado do Jordão, dos territórios de Tiro e Sidônia, foi até Jesus, porque tinham ouvido falar de tudo o que ele fazia. 

Então Jesus pediu aos discípulos que lhe providenciassem uma barca, por causa da multidão, para que não o comprimisse. Com efeito, Jesus tinha curado muitas pessoas, e todos os que sofriam de algum mal jogavam-se sobre ele para tocá-lo. Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés, gritando: "Tu és o Filho de Deus!" Mas Jesus ordenava severamente para não dizerem quem ele era.  

Palavra da Salvação 

Reflexão do Evangelho 

No EvangelhoJesus que sai ao encontro da humanidade ferida mostra-nos o rosto do Pai. É possível que dentro de nós ainda exista a ideia de um Deus distante, frio, indiferente ao nosso destino; pelo contrário, é um Pai cheio de amor que se aproxima, que visita as nossas casas, que quer salvar e libertar, curar de todos os males do corpo e do espírito.  

Deus está sempre próximo de nós. A atitude de Deus pode ser expressa em três palavras: proximidade, compaixão e ternura. Deus que se aproxima para nos acompanhar, terno, e para nos perdoar. Não vos esqueçais disto: proximidade, compaixão e ternura. É esta a atitude de Deus.  

Olhemos, então, para o caminho de Jesus e recordemos que o nosso primeiro trabalho espiritual é este: abandonar o Deus que julgamos conhecer e converter-nos diariamente ao Deus que Jesus nos apresenta no Evangelho, que é o Pai do amor e o Pai da compaixão. O Pai que é próximo, compassivo e terno.  

E quando descobrimos o verdadeiro rosto do Pai, a nossa fé amadurece: deixamos de ser “cristãos de sacristia”, ou “cristãos de salão”, mas sentimo-nos chamados a ser portadores da esperança e da cura de Deus. (Papa Francisco Vatican News). 

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