Evangelho de Jesus Cristo Maria Madalena
No primeiro dia da semana, Maria Madalena saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo
Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.
Palavra da Salvação
Reflexão do Evangelho
No trecho do Evangelho que ouvimos (20, 1-8), João descreve-nos aquela incrível manhã que mudou para sempre a história da humanidade. Imaginemos aquela manhã: na primeira luz da aurora do dia depois do sábado, perto do túmulo de Jesus todos se põem a correr.
Maria Madalena corre para avisar os discípulos; Pedro e João correm rumo ao sepulcro. Todos correm, todos sentem a urgência de se mover: não há tempo a perder, é necessário apressar-se. Os discípulos de Jesus correm porque receberam a notícia de que o corpo de Jesus desapareceu do túmulo.
Os corações de Maria Madalena, de Simão Pedro e de João estão cheios de amor e batem descontroladamente depois da separação que parecia definitiva. Talvez se tenha reaceso neles a esperança de rever o rosto do Senhor! Como naquele primeiro dia, quando Ele prometera: “Vinde ver!” (Jo 1, 39).
Quem corre mais depressa é São João, certamente porque é mais jovem, mas também porque não deixou de esperar, depois de ter visto com os seus olhos Jesus morrer na cruz; e porque esteve próximo de Maria, e por isso foi “contagiado” pela sua fé. Quando sentimos que a fé desfalece ou é tíbia, vamos ter com Ela, Maria, e ela ensinar-nos-á, entender-nos e sentir a fé. (Papa Francisco/ Vatican News).

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